wapatia
estado indiferente da alma ou do espirito; falta de energia; indolência; marasmo; insensibilidade às causas que provocam habitualmente as emoções; FILOSOFIA ataraxia; (Do gr. apatheia, da ausência de paixão)

wDiz qualquer coisa

-- Pedro Rios
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wsexta-feira, setembro 17, 2004


I LUV THE VALLEY oh!



Ok, ok, é música para chorar e dramatizar adolescências eternas, mas é lindo. E regressam a Portugal. Haverá outro disco dos Xiu Xiu na calha depois do delicioso (como o sangue pode ser) "Fabulous Muscles"?

Dia 30 de Outubro em Lisboa (ZDB)
Dia 31 de Outubro em Leiria (Festival Fade In)
Dia 1 de Novembro na Guarda (Mediateca)
Dia 2 de Novembro no Porto (O Meu Mercedes É Maior Que O Teu)

posted by Pedro at 4:43 da tarde


wquinta-feira, setembro 16, 2004


GABBA GABBA HEY!

Foda-se. Mais um. Johnny Ramone morreu ontem aos 55 anos. Dia negro para quem gosta de punk rock e de música, sobretudo. Gabba gabba hey!

posted by Pedro at 9:31 da tarde


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COMO DESTRUIR UMA IDEIA PELA SUA REPETIÇÃO

Quando Madonna canta "Imagine" num palco transformado em feira de sonhos e alienações pela alquimia dos milhares de dólares e, desse mesmo palanque de ouro apela à paz mundial, algo vai mal neste mundo. Insistimos em olhar para fora à procura do problema em vez de notar que o germe está dentro de nós. O que perturba é que o fazemos impunemente, sem consciência, sem sangue a manchar as mãos.

posted by Pedro at 4:45 da tarde


wterça-feira, setembro 14, 2004


PRIMEIRA VEZ

Porque será que frases como "tenho saudades tuas" soam sempre novas?

posted by Pedro at 10:08 da tarde


wdomingo, setembro 12, 2004


STEFFEN BASHO-JUNGHANS @ MAUS HÁBITOS

Compromissos impediram de assistir ao concerto de Christina Carter. A correria e os horários tardios dos Maus Hábitos permitiram ver Steffen Basho-Junghans, um simples alemão, de calças de ganga, t-shirt branca e sandálias. Um brincalhão que brinca com o calor da sala, "empurra" o vento das janelas para a sua cadeira. Um bruto com mãos mágicas, mãos que percorrem o braço da guitarra (ora de 6 cordas, ora de 12) com a sapiência de anos e a naturalidade de quem já ouviu muita música.

A matéria é a folk como Fahey a ensinou (num dos temas, Steffen mencionou o nome do mestre) e que tem sido redescoberta e recontextualizada por artistas mais novos (Ben Chasny à cabeça). Urge que o mundo conheça o ainda relativamente desconhecido Steffen, que o eleve ou aproxime do rótulo "génio".

A música de Steffen ora é pujante e ritmíca, especialmente nos temas em 6 cordas, como planante, abstracta e rodeada de silêncios e nuances. Numa das canções, o "slide" foi percutido longamento ora na caixa, ora no braço, criando uma espécie de "drone", apenas aparentemente homógeneo.

Não fossem os energúmenos sem respeito que faziam barulho à entrada da sala (o Maus Hábitos tem tantas salas e têm que vir falar/gritar para aqui?) e o longo concerto (duas horas?) de Steffen teria tido o brilho do de Ben Chasny (Six Organs of Admittance) no Mercedes.


(Curiosamente, ambos os concertos devem-se à mesma pessoa que vai agitando e trazendo (e no caso de Steffen, revelando) boa música, habitualmente distante dos media e grandes espaços. A ele um obrigado.)

posted by Pedro at 1:02 da manhã


wsábado, setembro 11, 2004


DANCE TO THE PIXELTAN



wow! roof! roof! muuuuuuu! tchun chun! WOW! it's gonna get you it's gonna get you it's gonna get you it's gonna get you

Drummachine imparável, a contorcer joelhos. Baixo (baixo?) em regime no wave (ESG, Liquid Liquid, Mars). Gritos e repetição para pistas de dança em Nova Iorque.

"Pixeltan", EP de 2002 - cápsula de energia em 12 minutos.

posted by Pedro at 11:54 da tarde


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APAGUEM A LUZ



"If people could understand how much pleasure they could have by themselves, I think everyone would be a lot saner. I think that people really need a dose of quality time with one's self, because the things people fear (which is why they long for all these distractions) is to be by them-fucking-selves quietly, alone. Reading. People in general really have an aversion to that. Maybe it's because they have to face themselves."

Lydia Lunch, em entrevista ao Perfect Sound Forever

posted by Pedro at 10:58 da tarde


wquinta-feira, setembro 09, 2004


HAVERÁ COISA MAIS BRUTAL



que ver um "concerto" de Justice Yeldham and the Dynamic Ribbon Device? Confira.

posted by Pedro at 5:24 da tarde


wquarta-feira, setembro 01, 2004


MASTODON - LEVIATHAN



"Leviathan" não terá talvez o impacto de "Remission". As primeiras audições revelam um maior apego ao rock e aos blues demoníacos dos Black Sabbath, mas ainda a mesma vontade de picar os miolos e torcer braços, muito graças à bateria imparável de Brann Dailor.

posted by Pedro at 5:01 da tarde


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METAL?



"The Eye of Every Storm" é o novo disco dos Neurosis. Em oito canções, os Neurosis explicam porque é que já sairam há algum tempo de rótulos. O disco tem a intensidade e a claustrofobia do bom velho metal, mas descarna as canções de artíficios, acessos fáceis de distorção. Ficam só os ossos, os sólidos ossos que sustentam esta música.
Uma canção destaca-se: "A Season in the Sky", próxima do pós-rock de uns Mogwai, mas com a voz quente e desesperada (mas quieta, conformista, apática) de Scott Kelly.
Ao lado de "Miss Machine" dos Dillinger Escape Plan, "The Eye of Every Storm" explica porque é do metal não alinhado que têm surgido as melhores canções do ano.

posted by Pedro at 4:52 da tarde


wReferências


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